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FIFE FANCY


Origem: Escócia

Histórico

Normalmente as raças de canários são criadas cruzando-se duas ou mais raças para depois, por seleção, se atingir a um padrão desejado. O FIFE FANCY é uma exceção.

O Border era originalmente um canário pequeno.

Depois da 2ª Grande Guerra, face á perda dos plantéis e ao número baixo de pássaros de qualidade, os criadores foram obrigados a utilizar outras raças para aumentar o número e também aperfeiçoar os exemplares com poucas características. Os pássaros Norwich de pequeno tamanho foram bastante utilizados, o que resultou na produção de pássaros maiores, com cabeças redondas e grandes.

Infelizmente estes pássaros foram premiados nas exposições causando insatisfação em muitos criadores, que consideraram tal prática inaceitável.

Estes aplicaram seus conhecimentos em recriar pássaros do velho tipo Border, mas concentraram também seus esforços em reduzir o tamanho para 4 ½", ou seja, 11,5 cm".

Quando o objetivo foi atingido, estes pássaros foram exibidos na classe de miniaturas, comuns nas exposições da Grã-Bretanha, e formou-se um clube especial para promover a raça.

Walter Lumsden, do reino de Fife, na Escócia, foi convidado a dar o nome á nova raça e denominou-a FIFE FANCY.

Lentamente a raça ganhou popularidade e em 1970 um FIFE foi premiado como o melhor canário do National Cage Birds, em Londres.

A raça nos quatro últimos anos tem se expandido bastante no Brasil e, além do número, a qualidade dos pássaros apresentados é excelente.

O FIFE FANCY IDEAL

Tamanho - É um pássaro bem pequeno, uma miniatura do Border. O tamanho deve ser em torno dos 11,5 cm. Os pássaros, normalmente, ultrapassam um pouco esta medida.

Cabeça - A cabeça deve ser esférica, pequena, os olhos bem centrados e o bico perfeito e proporcional. A cabeça liga-se ao corpo por curvas reversas que a destacam perfeitamente do corpo. Este, como no Border, tem a forma de um ovo com a ponta voltada para a cauda.

Costas - As costas descrevem uma curva onde a maior elevação corresponde aos encontros, que também são proporcionalmente largos e arredondados. O peito, também com uma curva acentuada, mais ampla que a do dorso, completa a forma do corpo.

Asas - As asas curtas, perfeitamente aderentes ao dorso, têm suas extremidades apoiadas sobre o início da cauda e devem parecer parte integrante do conjunto.

Pernas - As pernas devem ter coxas pouco aparentes e canelas proporcionalmente longas, dedos e unhas perfeitos.

Plumagem - A plumagem é cerrada, bastante compacta para permitir que o contorno do conjunto não se altere, principalmente na parte inferior do pescoço e no ventre até o início da cauda.

Posição - a posição é de aproximadamente 60º, altiva, e os movimentos do pássaro são constantes de um para outro poleiro.

Sendo praticamente uma miniatura, o tamanho deve ser o menor possível, dentro dos limites estabelecidos.

Condições Gerais - A saúde perfeita e uma limpeza da plumagem e das partes córneas completam o conjunto.

São admitidas todas as cores naturais, sendo vedado o uso de colorantes artificiais e o lipocromo vermelho.

Os pássaros após o primeiro ano de vida normalmente ultrapassam o tamanho ideal.

Este texto foi extraido do manual de julgamento, para obter mais informações adquirir o mesmo junto a FOB ou OBJO.

Nota: o texto acima é de autoria do Juiz Arno Büchli e pode ser acessado na página do Criadouro Büchli.

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