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FRISADO DO SUIÇO


Origem: Suiça

Histórico

Os primeiros canários frisados vieram da suíça há mais de 100 anos, quando a Sociedade Ornitologica de Bale realizou a sua primeira exposição.

Os criadores locais ficaram encantados com o tal "parisiense" e os casais eram vendidos a quatrocentos francos suíços, soma enorme para aquela época.

Em 1889, uma reportagem de um jornal do pais citava o numero de criadores da raça era enorme.

Pouco a pouco os passaros, face talvez aos acasalamentos incorretos e a consangüinidade, começaram a reproduzir pouco e os criadores no afã de resolver o problema trouxeram passaros de diversas regiões ou países para também melhorar o tipo existente.

Vieram passaros de Paris, Lion, Strabourg e mais tarde de Viena e Munique. Todos eram denominados "parisienses" , mas com caracteristicas em alguns casos bastante diversificadas.

Dessa mistura como não podia deixar de acontecer, surgiram passaros que apesar de frisados, com peito, manto e fachos perfeitamente definidos apresentavam posição, cabeça e outras frisuras bastante variáveis.

Um primeiro padrão, no intuito de definir as caracteristicas de uma raça, foi feito pelos Srs. Hässing, Lambert, Soleure, e Zehle. Esse padrão foi submetido a uma assembléia de criadores que o aprovou e, apartar daí, começou a seleção da nova raça , denominada como "FRISADO SUÍÇO" .

As importações não cessaram, pois os passaros importados visavam melhorar ou fixar as caracteristicas do padrão.

A seleção severa desestimulou alguns criadores, mas outros continuaram e conseguiram chegar no tipo padronizado, especificamente suíço, que se caracteriza como o Scoth Fancy e outras raças pela forma arqueada da linha cabeça-pescoço-dorço e cauda.

A raça tem sua difusão, mesmo na Europa, restrita a apenas alguns países, alem do de origem.

O FRISADO SUIÇO IDEAL

A forma do copo é arqueada, com um tamanho mínimo de 16 cm.

A cabeça é pequena e serpentiforme, com bico proporcionais e olhos bem posicionados.

O manto simetricamente dividido para os dois lados do dorso desce até aos 2/3 do comprimento desse, cobrindo também a parte das asas.

O peito com suas penas convergindo para o centro forma o "cestinho" comum aos frisados e esta perfeitamente separado dos fachos . este, nascendo na região do fêmur, sob as asas, arqueiam-se para contornalas.

Não são frisuras muito volumosas , mas perfeitamente definidas em sua forma e simetria.

As pernas, com as coxas emplumadas e longas e canelas também longas, são fundamentais para entrar em posição.

A coxa e canela ficam quase alinhadas mas ligeiramente inclinadas em relação ao poleiro.

A cauda longa e fina, quando o pássaro toma a posição de concurso, passa por baixo do poleiro.

A posição do concurso é definida pelo arco que passa por cima da linha da cabeça, pescoço, dorso e cauda.

A linha inferior que passa pelo peito também é arqueada, mas o peito não permite, por sua forma, uma linha continua como a superior.

As asas, perfeitamente assentadas no dorso quando o pássaro entra em posição, podendo Ter suas extremidades ligeiramente afastadas na região da rabadilha.

As únicas frisuras admitidas são o manto, o peito e os fachos, caracterizando-se o restante da plumagem pela ausência de frisos.

Todas as cores naturais são admitidas, não sendo admitida a cor de fundo vermelha.

É um pássaro nervoso, com os seus congêneres, que perfeitamente limpo e saudável completa o pássaro ideal.

Como todos aqueles que colocam a cauda sob o poleiro, pode, quando entra com constância em posição, apresenta a parte inteira da cauda e os pés sujos de fezes.

Este texto foi extraido do manual de julgamento, para obter mais informações adquirir o mesmo junto a FOB ou OBJO.

Nota: o texto acima é de autoria do Juiz Arno Büchli e pode ser acessado na página do Criadouro Büchli.

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